Em seguida à enxurrada de prata, o canto enfático dos pássaros se junta ao rugido dos ônibus no momento em que o Sol se levanta; são todos monstros da consciência nesta mescla suburbana do dia-a-dia girando ao redor dos sete passos da semana. É como um bonde que passa e escolhemos ou não pegar, seja qual for o nosso objetivo. É apenas um em vinte e quatro horas e, caso o percamos, nosso sangue irá congelar e mofar até que sintamos o gosto do atrazo e da leve sensação de que algo permanece deslocado por um bom tempo.






