<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/11194999?origin\x3dhttp://turmadalulu.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>



 

quarta-feira, novembro 23, 2005

Aahh, eu estava andando por aí, e resolvi parar e vi que estava aqui. Maaass - quem diria...! (silêncio) O interessante é pensar se este textugo semiébrio seria interessante se fosse lido com entonação, por alguém do teatro. Um cara chamado Antônio Cicero disse que não faz sentido chamar o olhos de "janelas da alma", porque quem olha por uma janela é um par de olhos, que por sua vez são janelas, que remetem a olhos, que são janelas... recursivamente (ou repetitivamente?) até o infinito. E nunca se chega a saber nada sobre a bendita alma desta forma.


 
· ·
· ·