Aahh, eu estava andando por aí, e resolvi parar e vi que estava aqui.
Maaass - quem diria...!
(silêncio)
O interessante é pensar se este textugo semiébrio seria interessante se fosse lido com entonação, por alguém do teatro.
Um cara chamado Antônio Cicero disse que não faz sentido chamar o olhos de "janelas da alma", porque quem olha por uma janela é um par de olhos, que por sua vez são janelas, que remetem a olhos, que são janelas... recursivamente (ou repetitivamente?) até o infinito. E nunca se chega a saber nada sobre a bendita alma desta forma.






