Lu
Ela correu e ria, ria, ria copiosamente, soluçante... Subiu no pé de cinamomo, e com as mãos tapava a boca e o que mais pudesse produzir o mínimo ruído denunciável... Os olhos vibrantes para os galhos, o cheiro verde, os risos... Lá embaixo formigas a lhe procurar, risos. Ela se divertia e ninguém lhe achava, comeu bolinhas pra passar o tempo... Virou borboleta.
Everson Kleim
* Publicado no Ap da Osvaldo - 2003






