Formiga
a formiga questiona o existencialisto com a torneira de banheiro...
somos afinal nada mais do que seres solitários e extremamente individuais, veja assim: as pessoas com as quais tu te relacionas são meras projeções tuas do que te cercas, a tua maneira de interpretar as coisas, se são quentes, frias ou macias, incluíndo aí também as sensações emocionais e as relações com outros seres. tudo é mera interpretação própria, somos deuses de nosso mundo.
o interruptor parafraseando a cadeira de varanda
medos, receios, quantas vezes isso interrompe o processo de evolução do ser? será isso mero instinto animal, resquício genético de nossos avós primitivos ou ainda uma seleção "urbana" de quem é dominado e quem é o dominador?
a joaninha fechando o terceiro baseado
sujeira, tudo é uma grande lata de lixo, a teoria do caos reina em absoluto. a estética é o lixo, vamos amar a sujeira, total e real. cof, cof, entende, tudo é fumaça, quando pintam um prédio, uma casa, não é pra sempre, não é absoluto, ao lado, tem um mais sujo, e a sujeira é contagiante, o limpo é sujo por não se sujar, entende? dá o cinzeiro...
lagartixas embebidas em cachaça no fundo de uma garrafa no bar joão...
a morte é inevitável, mas mesmo sabendo disso não desistimos de nada. as pessoas que vivenciaram o "quase morte" parecem que tem um sopro de vida, tentam vivenciar tudo até o final. mesmo aquelas que sentiram uma maravilhosa sensação de luz, paz. por que não ficaram lá então se era melhor? cuidado lá vem o júlio!
Por Everson






