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quinta-feira, março 10, 2005

Estamos prontos para o exercício de liberdade?

(...) Falamos, a todo momento, em liberdade; queremos ser livres para tomar nossas próprias decisões, escolher nosso caminho, fazer o que queremos. Muitos usam esses argumentos para negar a adesão a alguma crença religiosa - a simples idéia da existência de Deus já bastaria para cercear o livre-arbítrio. Ora, você deixaria de ser livre apenas por pensar que seus atos têm conseqüências, quaisquer que sejam? Outros, porém, apóiam-se na religião justamente como um escudo contra o pleno exercícios da liberdade. Escondem-se atrás do que ensinam as doutrinas para fugir de certas opiniões ou escolhas. "Minha religião não permite, não concorda, não aceita". O exercício consciente do livre-arbítrio não é fácil; exige coragem (para assumir as escolhas), respeito (nossas ações têm conseqüências sim) e solidariedade (afinal, o outro também tem livre arbítrio). E vale uma ressalva: ser livre também não significa julgar os outros segundo nossas próprias opções.(...) Editorial da Revista das Religiões - Março/05 Maria Fernanda Vomero Achei bastante interessante este texto. me faz refletir se eu não faço isso, será que julgo as pessoas pelo que eu acho que seja o correto? Será que eu tenho razão em querer saber o que é bom ou não para o outro? Será que eu assumo as escolhas que eu faço e consigo enfrentar as consequências disto? Não sei, mas acho que vou pensar sobre o assunto.


 
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